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Monitoramento de APIs: conheça 5 armadilhas e como evitá-las

Para assegurar a usabilidade e a experiência positiva ao usuário de um sistema ou aplicativo, o cuidado no seu desenvolvimento é indispensável. Tecnicamente, ele precisa ser muito bem estruturado para ter processos simples e funcionais. Afinal, as pessoas buscam praticidade e conveniência. 

Mas, na prática, nem sempre essa expectativa é correspondida. Isso porque quando um sistema não está funcionando perfeitamente, os usuários têm dificuldade na hora de fazer transações simples. Pior do que isso: eles se sentem frustrados.

A boa notícia é que com uma gestão adequada de APIs você pode garantir a disponibilidade e o funcionamento dos recursos do sistema. 

Neste post, apresentamos cinco armadilhas comuns no monitoramento de APIs. Conhecendo cada uma delas, você pode otimizar a gestão e evitar possíveis falhas na integração dos sistemas

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#1 Falta de informações sobre o uso de dados

Quando a coleta dos dados de uso da integração não é feita gera-se uma lacuna no processo de monitoramento de APIs. Sem a medição adequada das estatísticas de integração, você não possui acesso aos dados de experiência do usuário.

Sabendo que eles são fundamentais para o processo de melhoria contínua do aplicativo, é importante adotar a medição e o uso dos dados das APIs.

Desse modo, tendo acesso a esses indicadores, a equipe de suporte pode compreender os padrões de uso e obter as informações necessárias para estabelecer um suporte proativo às integrações de seu cliente. 

Assim, também é possível evitar interrupções nas interfaces de aplicação e, claro, indisponibilidade dos sistemas e aplicativos.

#2 Nenhuma verificação de saúde

Para o perfeito funcionamento de qualquer sistema, é essencial manter o controle da integridade do terminal. Ele é a primeira linha de defesa e também a chave para manter um aplicativo saudável com alta disponibilidade dos recursos.

Daí a importância das verificações de integridade frequentes dos terminais. Fazendo deste tipo de análise uma boa prática do monitoramento de APIs, o aplicativo não será responsabilizado quando as coisas derem errado.

Além disso, é possível se antecipar, mapeando problemas relacionados à estabilidade do seu produto. Diante de qualquer insatisfação de um cliente, a situação já terá sido identificada. Sempre um passo à frente! 

As verificações de integridade das APIs do seu aplicativo podem ser automatizadas. Desse modo, será mais fácil determinar se o ponto de extremidade é o problema ou se a sua integração ou seu aplicativo está com algum tipo de falha. 

#3 Tempo de resposta lento

Os problemas de tempo de resposta estão entre as reclamações mais frequentes dos usuários de aplicativos integrados. Por isso, no trabalho de monitoramento de APIs, a equipe de operações deve buscar o tempo de resposta do nó de extremidade. Esse é o primeiro passo para isolar novamente o desempenho do seu aplicativo, separando-o do nó de extremidade ao qual você está se conectando. 

Mesmo para os pontos de extremidade lentos por natureza é importante garantir a definição de limites de atrasos aceitáveis na integração. Tudo para não comprometer a experiência e a satisfação do usuário. 

Se os tempos de resposta mais lentos persistirem, uma das alternativas é optar por implementar um cache ou buscar outros mecanismos para melhorar o desempenho. 

Fundamental mesmo é entender as expectativas e os tempos de resposta esperados e definir metas para garantir velocidade nas integrações feitas com APIs.

#4 Ausência de tags nos dados de uso

A marcação dos dados de uso permite a filtragem rápida de seus logs para isolar e depurar problemas. Neste contexto, o uso das tags é indicado para otimizar e enriquecer os relatórios e painéis. Ao incorporar este tipo de marcação, será possível buscar dados granulares e oferecer suporte completo para execução de filtros, pesquisas e consultas.

As tags viabilizam o filtro por cliente, ambiente (por exemplo, prod, sandbox) e integração (por exemplo, Salesforce, Netsuite). 

Com elas, fica muito mais fácil saber quais são as integrações usadas pelo cliente X. Ou, então, identificar todos os clientes que usam a integração Netsuite. 

O uso das tags é sinônimo de produtividade.

#5 Códigos de erro inconsistentes

A quinta e última armadilha do monitoramento de APIs é a falta de padrão dos códigos de erro. 

No dia a dia, a equipe de operações não terá tempo de pesquisar o código de erro de cada fornecedor. Por isso, padronizar as respostas aos erros executados no aplicativo é tão importante. Somente assim a equipe de suporte pode identificar e solucionar os erros com mais rapidez e eficiência. 

O ideal é padronizar os códigos de erro e, além disso, fornecer a informação sobre comos os erros são exibidos no ponto de extremidade. 

Agora que você já conhece as 5 principais armadilhas do monitoramento de APIs fica mais fácil saber como evitá-las. Revise os processos, faça verificações frequentes e volte esforços para a melhoria contínua da gestão das interfaces de aplicação. Esse cuidado é perfeito garante o funcionamento dos sistemas e aplicativos e mais: melhora a experiência do usuário.

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