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Segurança na nuvem: como manter sua empresa blindada?

A infraestrutura em cloud computing é apontada como uma das alternativas para garantir processos mais seguros às organizações. Companhias, corretoras e insurtechs do mercado de segurador já investem neste tipo de tecnologia, para manter a salvo os dados dos clientes e da organização. 

Até mesmo porque as empresas estão expostas ao risco de cair nas armadilhas dos hackers. As ameaças são representativas e podem comprometer a eficiência da operação, gerar prejuízos financeiros e, em alguns casos, até mesmo uma crise de imagem.

Na corrida pela transformação digital, com tantas tecnologias sendo incorporadas aos processos, corporações de todos os tamanhos são alvos e, se não estiverem bem protegidas, se tornam vítimas. De acordo com dados da Fortinet, divulgados no Fortinet CiberSecurity Summit (FSC19), somente entre março e junho de 2019, foram realizados 15 bilhões de ataques cibernéticos no Brasil. 

Sabendo dos números e dos riscos, é importante entender que a melhor maneira de se proteger é investir em segurança na nuvem. Contudo, somente escolher um bom ambiente de cloud computing pode não ser suficiente. Isso porque a empresa precisa fazer a sua parte. O melhor caminho é adotar boas práticas que sejam capazes de manter a companhia blindada, de fato. 

A seguir, você confere algumas das estratégias mais inteligentes para garantir a proteção da companhia usando cloud computing. Continue lendo esse artigo!

# 5 boas práticas de segurança digital em cloud computing 

Para explorar o real potencial da segurança na nuvem, que viabiliza a estratégia de proteção digital, é importante que tanto o provedor desse serviço quanto o time de colaboradores da seguradora tenham em mente alguns aspectos.  

São as boas práticas de cloud computing que irão permitir o alcance dos reais benefícios e vantagens da segurança na nuvem. Veja, a seguir, 5 práticas que   devem ser compartilhadas entre todos os envolvidos:

1. A segurança também depende das pessoas

Ao escolher um provedor capaz de oferecer o melhor serviço em termos de segurança digital, lembre-se de que a segurança da rede, dos dados da companhia e dos seus clientes não depende apenas das entregas deste provedor.

As pessoas que trabalham na seguradora e têm permissão para acessar a rede, seja parcial, seja totalmente, possuem um acesso privilegiado e, por isso, também integram essa rede de segurança digital.

2. A estratégia de segurança digital é responsabilidade compartilhada

A partir do momento em que a seguradora contrata um provedor de serviços em cloud computing, ela deixa de ser a única responsável pela segurança da informação. Logo, a responsabilidade é compartilhada entre o provedor dos serviços de cloud e os seus clientes. 

Na prática, enquanto o provedor trabalha no monitoramento e controle dos acessos dos colaboradores, a seguradora deve oferecer aos profissionais todo treinamento necessário para que eles entendam os riscos e ameaças relacionados aos crimes cibernéticos. 

A equipe precisa saber como lidar com essa nova tecnologia. Caso contrário, a empresa corre o risco de ter a solução de cloud computing, mas não aproveitá-la integralmente por falta de orientação e capacitação.

3. Política de backup e controle de emergências

Se antes era preciso ter muito espaço físico e um servidor de peso para fazer um backup com regularidade, saiba que todos esses requisitos ficaram no passado. Aliás, essa é uma das principais funcionalidades da computação em nuvem: a capacidade de backup

Dessa forma, é possível evitar eventuais perdas de dados, bem como gerenciar rapidamente e em tempo real possíveis crises que possam impactar a estrutura de TI da empresa.

4. Proteção dos dados por meio do controle de acesso e da autenticação em múltiplos fatores

Os provedores de computação em nuvem oferecem a seus clientes recursos completos, que proporcionam um acesso altamente controlado às nuvens. É possível, por exemplo, controlar e identificar quem entrou em determinado módulo do sistema em um dado horário.

Além disso, a computação em nuvem permite o monitoramento absoluto de todas as interações dos profissionais internos, que atuam na empresa do cliente, quanto externos, ou seja, os funcionários dos provedores.

5. Provedor e seguradora devem somar esforços para assegurar a prevenção de falhas de segurança na nuvem

A colaboração entre o provedor e o cliente, para a condução das atividades de segurança digital, é essencial para que o status de segurança na nuvem seja mantido em um alto padrão

Por isso é tão importante definir e adotar uma série de medidas práticas simples, mas muito assertivas. Veja três iniciativas:

  • Controle de acessos e compartilhamentos;
  • Contratação dos serviços de proteção de e-mails, firewall, sistemas antivírus e criptografia de dados; 
  • Desenvolvimento de planos de contingência para eventualidades em matéria de tecnologia de informação.

Tudo isso contribui para diminuir o risco de ataques cibernéticos e aumentar a  qualidade da proteção digital.

#2 Como manter a segurança na nuvem em dia?

Muito além das boas práticas já citadas, é preciso observar uma série de outros requisitos na construção de uma política de segurança digital. É preciso que tanto o gestor quanto os colaboradores sejam capazes de consolidar uma estratégia de segurança na nuvem que contemple as práticas descritas a seguir. Confira!

  • Proteger e-mail corporativo, aplicativos e espaços virtuais de armazenamento: assim é possível evitar o recebimento e a ativação acidental de malwares de todo tipo. Os firewalls oferecem este tipo de recurso;
  • Fortalecer proteção com soluções antivírus: essa medida visa impedir que os vírus que eventualmente rompam o firewall, a primeira barreira de proteção, sejam ativados. Com isso, a seguradora minimiza o risco de ter sua operação prejudicada;
  • Impedir o vazamento de dados: tenha em mente que os clientes confiaram os dados pessoais à sua organização. Portanto, é dever da seguradora evitar que os dados escapem de sua proteção e, principalmente, que sejam usados por pessoas não autorizadas.  As soluções de criptografia de dados são perfeitas para garantir a proteção e evitar o uso das informações por terceiros; 
  • Construir planos de recuperação e contingência para um possível caso de perdas de dados ou de acessos a aplicativos e funcionalidades sistêmicas. Assim, você tem certeza de que pensou em tudo para manter sua rede acessível e atualizada;
  • Monitorar constantemente os sistemas de computação em nuvem: assim, a partir do uso de soluções de controle de acessos e compartilhamentos, a seguradora tem condições de limitar o acesso aos softwares; 
  • Assegurar a conformidade aos processos: ou seja, atuar observando as determinações dos sistemas de computação em nuvem contratados, bem como respeitando as normas de uso das suas funcionalidades.

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