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Transformação digital: 4 tendências em tecnologia para o mercado de seguros

Seguindo o movimento de digitalização dos negócios e adoção de tecnologias disruptivas, o ecossistema de seguros não para de crescer. Somente no primeiro semestre de 2019, no Brasil, o setor arrecadou R$ 125,4 bilhões, representando 8,4% a mais que 2018, sendo o melhor resultado desde 2015. 

Na prática, parte deste crescimento se deve também ao movimento de transformação digital, que orienta inovação nas companhias de seguros, viabilizando, inclusive, o surgimento de novos modelos de negócios.  

Sabendo deste momento de reinvenção do mercado segurador, a Deloitte divulgou um estudo interessante, resultado da participação de 200 executivos do setor da região EMEA (Europa, Oriente Médio e África). O relatório “A demanding future: The four trends that define insurance in 2020” apresenta as quatro tendências que devem orientar as empresas e profissionais da área.

Quer saber mais sobre as mudanças que estão acontecendo na transformação digital do setor de seguros? Conheça as 4 tendências do estudo neste artigo! 

Novo mundo, novos clientes, novas soluções

À medida que a tecnologia avança, as necessidades, o conhecimento e as expectativas dos clientes também vem se expandindo na última década. Neste contexto, o principal desafio das seguradoras é buscar maneiras de se adaptar às novas demandas dos clientes para atendê-los. 

Afinal, qual seria o melhor caminho para inovar, conquistar e fidelizar o consumidor?

As mudanças no setor são orientadas justamente pela inquietude dos clientes. Entre os participantes da pesquisa, 57%  acreditam que a maneira mais eficaz de manter a lealdade do cliente é oferecer um acesso simples e amigável e o suporte de uma equipe experiente em assistência rápida e imediata. 

Isso quer dizer que, em tempos de imediatismo e mudança constante, o ideal é melhorar a qualidade do atendimento e ampliar o portfólio atual, estendendo-o para além de seus principais produtos e serviços.

As companhias de seguro precisam saber como oferecer aos clientes soluções relevantes no momento certo, ou seja, quando as pessoas, de fato, precisam delas. Eles podem não estar relacionados ao dia a dia, mas são sobre criar uma experiência mais desejável que aumenta a frequência e a qualidade de interação.

Um roteiro diferente para o crescimento

A pesquisa da Deloitte também aponta que para acompanhar a transformação digital o crescimento das companhias de seguros deverá ser pautado por abordagens preventivas e protetoras, com uma ampla gama de novos serviços e produtos

Para fortalecer o ecossistema de seguros, as corretoras precisam rever suas estratégias., O relatório indicou que 35% das seguradoras já geram mais de 30% dos negócios a partir de serviços e ofertas sobre produtos. 

Os números já confirmam uma tendência: o crescimento das empresas do ecossistema de seguros será impulsionado pelos novos modelos, baseados em serviços e produtos inovadores com maior foco na prevenção.

A abordagem tradicional de vender produtos de proteção é insuficiente para a seguradora do futuro. Muito além de proteger contra perdas, o seguro deve oferecer  mais a partir do uso inteligente da tecnologia. 

Um seguro residencial, por exemplo, pode usar os sensores e a capacidade de coleta de dados da Internet das Coisas (IoT) para proteger os animais domésticos e avisar o cliente sobre o potencial de perda futuro. Tudo isso a partir do uso de tecnologias disruptivas.

Foco em fusões, aquisições e parcerias

Em um mercado altamente competitivo, com a transformação digital em curso, os executivos sabem que a estratégia de crescimento orgânico não será suficiente para impulsionar o desenvolvimento das companhias de seguro. 

Por isso, cada vez mais as fusões, aquisições, parcerias e alianças devem ser exploradas como alternativas que promovam o crescimento de todos os envolvidos.

Dentre os executivos entrevistados pela Deloitte, 72% deles acreditam que as fusões e aquisições devem gerar, pelo menos, 50% crescimento da indústria de seguros, dentro dos próximos 5 anos. 

Além disso, 52% dos participantes espera concluir duas ou mais fusões e aquisições de negócios nos próximos 3 anos.

Na prática, isso quer dizer que apostar somente em projetos internos de inovação não é uma boa alternativa. Neste momento, o melhor caminho é buscar alianças com empresas inovadoras; investir no modelo de negócio das insurtechs e firmar parcerias com seus pares. 

Uma indústria em ritmo de inovação, com mudanças constantes, exige também novos métodos de gestão.

Muito além da teoria, interrupção digital na prática

A transformação digital é um fato e, mais do que isso, um marco irreversível. Portanto, a questão é: como as seguradoras podem usar tecnologias disruptivas, como Analytics, blockchain e cloud computing a seu favor?

Elas precisam saber como implantar a tecnologia certa para o objetivo certo no momento em que o cliente e o seu time estiverem prontos. 

De acordo com a pesquisa da Deloitte, 95% dos executivos esperam um aumento no uso de análises avançadas nos próximos 3 anos. Em contrapartida, 51% entendem que a segurança cibernética e de dados é o maior desafio deste movimento de disrupção. 

Para crescer, as seguradoras precisam adotar uma abordagem centrada no ecossistema de seguros, mobilizando tanto o time interno como também os parceiros e terceirizados. A partir do momento em que desenvolver este tipo de estratégia, com uma arquitetura aberta e flexível, a corretora ganha muito mais força e velocidade para crescer. 

Ao usar uma plataforma de serviços e negócios como a GR1D, além de participar do ecossistema de seguros, a companhia tem acesso a uma série de funcionalidades valiosas. É possível, por exemplo, fazer a integração de sistemas por meio da gestão de APIs

Além disso, o marketplace viabiliza parcerias e reúne em um só lugar vários fornecedores que oferecem as melhores soluções para as seguradoras.

Gostou do artigo e quer saber mais sobre ecossistema de seguros? Continue acompanhando o Trends!